Terça-feira, Novembro 10, 2009

Vou puxar para a 1ª página novamente a questão do Holmes Place

Ao ler o comentário de uma pessoa que trabalha e sente como se tivesse o gatilho apontado à cabeça... poderão dizer que estou a exagerar, que todos nós temos opções de escolha! Mas isso não é verdade!

Vejo no meu dia-a-dia situações como esta constantemente, sinto-me revoltada pela minha incapacidade, pela minha pequenez. Já vivi uma situação análoga e pelo simples motivo de não vender a "alma ao diabo" acabei no olho da rua! Não é justo quando neste imenso Portugal há excelentes trabalhadores, capazes de vestir a camisola da empresa, mas são sempre esses que acabam por ser penalizados.

Existem entidades como a Deco, como as Inspecções do Trabalho e outros que tais que favorecem sempre quem está por cima. Há favores, ninguém se vai por contra os "grandes" para favorecer os "pequenos" e por isso continuamos todos como carneirinhos no nosso dia a dia e a comentar com o vizinho que "a vida está má"!!!

Se eu fosse gestora, não perdoaria incumprimentos injustificados, faltas de respeito, abusos como vemos por aí todos os dias, mas de certeza que iria beneficiar quem estivesse do meu lado pronto a arregaçar as mangas comigo e a trabalhar do meu lado.


Passo a transcrever na integra o comentário:

"Por motivos profissionais não me posso identificar, pois seria logo despedida se a empresa me identificasse.

A vida de um Consultor comercial Holmes Place:
Obrigatório vender cerca de 60 adesões mensais. 25% do target estabelecido TEM OBRIGATORIAMENTE de ser na modalidade TOP 24. TOP 24 é um crédito feito com a instituição financeira SANTANDER CONSUMER. Anteriormente era a CREDIBOM.
Vantagem para a academia: receber logo o dinheiro.

Premios para os consultores:
30% target em top 24: 300 euros
40% target em top 24: 700 euros
50% target em top 24: 1000 euros

Se consultor arranjar 120 novos sócios e o target for 60, consultor faz 200%. Só recebe comissões se vender 25% MINIMO e OBRIGATÓRIO em crédito ou seja a adesão TOP 24.
A nivel nacional todos os consultores são contra esta medida.

Por trás, a equipa comercial SOFRE IMENSAS PRESSÕES psicologicas e ameaçdas de despedimento se falhar o target ou se não vender 25% na modalidade top 24.

Salario base: 850€.

Como faz a empresa para despedir facilmente um efetivo: ACORDO, sem pagamento de indeminizações. Trabalhador não aceita, arranja-se nota de culpa. Corridos com justa causa.

Várias queixas foram efectuadas na INSPECÇÃO para o trabalho. Visitas dos inspectores: quase nenhumas.

Toda a gente precisa de trabalhar, DIARIAMENTE mais de 1000 consultores em PORTUGAL e APENAS em PORTUGAL tem pressões psicologicas para vender a ADESÃO TOP 24. É obrigatório em todas as apresentações seguir os passos ditados pelo actual SALES DIRECTOR, JULIO CARVALHO. NUNCA mas NUNCA mencionar a palavra crédito. CRÉDITO é proibido e em caso de visita de cliente misterio se os consultores não forçarem a TOP 24 podem ir para a rua, dada a baixa pontuação.

Não posso perder este emprego, muito menos ser identificada, tenho uma filha e o dinheiro que ganho e importante. Decidi desabafar convosco para dar a conhecer esta burla.

O Holmes place é um bom ginásio, os profissionais sao excelentes mas esta obrigacao nova de venda de credito é ridicula. Não á hipotese de escolha, o consultor nao vende TOP 24 não comissiona. O que faz o consultor então? ENGANA se for preciso. 3 targets que falha = despedimento com justa causa.

Srs. inspectores, porque não falam com todos os trabalhadores?

Srs. inspectores da asae, porque nao visitam os clubes?

Passa esta mensagem e ajuda quem trabalha a não ter tratamento deshumanos"

Segunda-feira, Setembro 28, 2009

Cancro - deverá ser a doença mais fatal

O cancro deverá superar as doenças cardiovasculares como primeira causa de mortalidade no mundo em 2010, revela estudo do Centro Internacional de Pesquisas contra o Cancro da Organização Mundial de Saúde (OMS). O principal é o factor do aumento do tabagismo, principalmente em países em desenvolvimento.

Segundo o relatório, os casos de cancro dobraram entre 1975 e 2000, e devem duplicar novamente entre 2000 e 2020. Em 2030, o cancro poderá matar 17 milhões de pessoas, contra os 7,6 milhões de óbitos que provocou em 2007, adverte o relatório.

Este rápido aumento dos casos de cancro representa um autêntico desafio para os sistemas do mundo – revela Peter Boyle, director do centro de pesquisas contra a doença.

A maioria dos países desenvolvidos restringiu o fumo em lugares públicos, incluindo locais de trabalho e restaurantes, o que contribuirá para uma redução ainda maior dos casos de cancro nos próximos anos, segundo o estudo.

No entanto, advertiu que, perante o sucesso das campanhas, as empresas de cigarro concentraram sua atenção nas nações em desenvolvimento – principalmente China, Rússia e Índia –, onde são capazes de investir em “um nível de publicidade sem precedentes”.

– Mais da metade dos casos e dois terços dos óbitos por cancro ocorrem nos países com nível de renda baixo ou médio. Os países em desenvolvimento, onde a população crescerá 38% até 2030, não têm meios para lutar de forma eficaz contra o câncer – destaca o relatório.

O consumo de cigarro, a dieta excessivamente rica em gordura e hábitos alimentares cada vez menos saudáveis favorecem o aumento do cancro. Essa combinação de factores causa crescente estrago nos países emergentes, que copiam o modelo da vida ocidental.

Se não forem adoptadas medidas para conter este avanço, poderá haver 27 milhões de casos de cancro a cada ano no planeta até 2030, e outros 75 milhões vivendo com a doença durante os cinco anos seguintes a seu diagnóstico.

Em 2007, foram registados 12 milhões de novos casos de cancro, entre os quais 5,6 milhões ocorreram em países em desenvolvimento. No total, 7,6 milhões de pessoas morreram, sendo 4,7 milhões nos países em desenvolvimento.

O cigarro, consumido por cerca de 1,3 bilião de pessoas no planeta, é a primeira causa evitável de mortalidade e de enfermidade.

Organização Mundial de Saúde (OMS)

Quinta-feira, Setembro 24, 2009

O Isaltino Morais mandou-me um e-mail

Pois é, recebi um e-mail ou melhor vários da campanha do Isaltino Morais actualmente condenado a uma pena de prisão e que não se entende pq é candidato á Camara de Oeiras apoiado por algumas pessoas que nao sei onde é que foram buscar a ideia que alguem que se governou á conta de um cargo é um bom candidato e esse mesmo cargo.

Mas quando recebi o e-mail fiquei a pensar onde é que o Sr. Isaltino tinha ido buscar o meu endereço de e-mail ? depois de falar com várias pessoas cheguei á conclusão que parece que todos os que participaram na corrida do tejo e que deram o seu e-mail receberam a dita cuja mensagem.

Claro que não me vou insurgir com o acto de um candidato ter acesso a listas de e-mails que deveriam pertencer á Camara de Oeiras, entidade publica do aparelho do estado, isso era um eufemismo já que o seu presidente é um criminoso tornando irrelevante a utilização de dados que deveriam estar protegidos pelo sigilo.

Viva a Republica das Bananas .... e a sua macacada ....

Terça-feira, Setembro 22, 2009

Discurso de Obama no inicio do ano lectivo

Acho que todos os alunos deviam ler isto. E muitos adultos ainda estão em tempo de perceber algo mais.


(que pena sermos governados por Socrates, Ferreira Leites, Paulos Portas, Louçãs etc........)




Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.


É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.

Quinta-feira, Agosto 20, 2009

Isaltino Morais e seus seguidores

Estava eu divertido a ver o blog:

http://oeiraslocal.blogspot.com/2009/07/caldeirada-com-todos.html

que referia as caldeiradas do Isaltino Morais e li os comentários que lá tinham sido escritos, mas chegando a um comentário anónimo fiquei mais uma vez revoltado porque a conversa de que o Isaltino fez muito por Oeiras veio á baila como desculpa para a "roubalheira" que foi a presidencia desse senhor e entenda-se "roubalheira" como sendo algo no sentido figurado porque acredito que esse senhor nunca tenha mexido um centimo do erário da camara para beneficio proprio.

Se recebia algo para aprovar os projectos eu nao sei ..... apenas gostava era que a campanha desse senhor colocasse os bens imobiliários que esse senhor possui ou possuiu (no todo ou em parte) a partir do momento em que foi presidente da Camara de Oeiras bem como a sua ex-exposa para que cada um tirasse as suas conclusões.

Sim, porque segundo sei esse senhor ganhava vivendas como quem ganha pacotes de Skip em talões de promoções, exagero ??? bem suavizemos as vivendas para partes ou todos imobiliários.

Digam quem foi o dono do empreendimento que se está a fazer em frente á estação dos comboios de Alges, digam por quanto foi vendido e já agora publiquem os nomes de quem aprovou os projectos.

Será que Oeiras ou os habitantes do Concelho de Oeiras foram prejudicados ? Penso que não, mas se seguirmos o mesmo pensamento, eu vou roubar um banco e dou metade para a Ajuda de Berço e aí estou a ser um benemérito.

Só o acto de se achar que devemos perdoar os crimes (porque segundo o tribunal foram provados crimes) de que esse senhor é imputado, entao teremos de permitir que este país viva sem lei e que ainda sejam os criminosos a governarem-nos.

Lamento viver neste país em que tratamos mal os policias e defendemos os ladrões, lamento porque quando isso sucede quando se quer viver honestamente estamos a ser lixados e fica dificil transmitir valores à nossa juventude.

Hoje o Isaltino pode ser presidente da Camara de Oeiras, uma senhora que apareceu no programa do Goucha e que foi apanhada nem sei quantas vezes a conduzir sem carta deve ser perdoada e quiçá até lhe devem dar uma carta honorária amanhã quem assalta um banco deve ser solto porque precisava de comprar um LCD topo de gama ou aquele violador deve ser perdoado porque a miuda até usava mini-saia provocadora e o gajo estava rebarbado, entao temos duas hipoteses, tornamo-nos marginais ou pensamos em deixar este cantinho á beira mar plantado para navegar para ambientes menos 3º mundistas.







Quinta-feira, Julho 09, 2009

o Clima e o seu efeito nas actividades humanas

Estive numa actividade em que foi aflorada a questão de se o clima afectava ou não a vida humana e de qual era o impacto das alterações climáticas nos estilos de vida e no aproveitamento dos tempos de lazer.

Um assunto interessante porque eu sou da opinião em que na minha percepção os estilos de vida não foram ainda de forma óbvia afectados pelas alterações climatéricas e muito menos os tempos de lazer.
Numa troca de opiniões, alguém referiu que agora vamos para a praia numa época do ano mais cedo do que é costume o que eu em parte concordo, mas apenas ponho em causa que isso é feito imperceptívelmente devido à capacidade do ser humano de se adaptar a várias condições mas tenho de concordar que o meu universo é limitado fisicamente ao lugar onde vivo e tudo o resto chega-me sobre a forma de informação e mesmo essa ainda não focou de forma clara que os estilos de vida e as actividades de lazer se tenham alterado.
Não me é difícil, tal como não deve ser a quem está a ler estas linhas que os esquimós por viverem numa das áreas onde as alterações climatéricas mais se fazem sentir possivelmente já terão o seu "estilo de vida" afectado e acredito que possivelmente sim bem como as suas actividades de lazer que eu desconheço quais sejam, mas consigo imaginar que o acentuar do degelo e o retrocesso dos glaciares algumas das suas actividades estejam a ser afectadas.
Se estiverem a pensar no caso das pessoas alteraram os seus hábitos de lazer devido á camada de ozono e aos perigos que a maior incidência de raios UV causa eu discordo que isso tenha afectado seja o que for e os aumentos do cancro de pele que parece existir comprovam exactamente esse ponto.

Falar sobre a importância das alterações climáticas para a vida humana é algo que me parece quase redundante, se estudos indicam que uma subida da temperatura global de 3 graus irá provocar catástrofes naturais de grandes dimensões e se soubermos que possivelmente a temperatura global é capaz de já ter aumentado um grau poderemos facilmente prever que a sustentabilidade da vida humana está a ser posta em causa de forma acentuada caso não coloquemos um travão naquilo que causa esse aquecimento.
Dizer que um Tsunami, um terramoto ou um sismo,que poderão acontecer com mais frequência devido ás alterações climatéricas,irão afectar a vida humana á algo que se pode constatar em todos os noticiários ou então por experiencia própria eu já vivi situações de cheias devido a alterar-se cursos de rios como por exemplo aquilo que foram as cheias provocadas pela alteração da ribeira de Algés e que periodicamente assolam a baixa de Algés.

Por fim irei actuar criticamente face ao papel que os programas de informação e debate público transmitidos pelos mass-media têm na formação da opinião dos indivíduos sobre as alterações do clima a nível mundial, começando por referir que na minha opinião essa divulgação de alguma forma é inconsequente e repito que aceito que esta opinião seja alvo de criticas e pareça radical mas explico:
Geralmente os órgãos de informação olham pontualmente a jusante das alterações climatéricas e procuram moldar a opinião dos indivíduos para o acto de nas suas vidas ocntribuirem para minimizar essas alteraçãos ou o efeito das mesmas como por exemplo usar o vidrão para reciclar, mas e aqui está a minha opinião polémica e critica, isso não serve para nada, não é no plano micro que iremos salvar o mundo porque o problema macro mantem-se e agora quem está a ler isto interroga-se , que problema macro é esse ?
Para mim o problema existe, porque toda a sociedade está baseada num modelo capitalista que promove o consumo e consequentemente a transformação desmedida de recursos que leva à poluição e consequentemente às alterações do clima, devendo portanto ser esse o foco de actuação dos programas de informação e debate publico, mas infelizmente isso não é feito porque as empresas e os intervenientes desse ciclo informativo são eles próprios reféns do sistema capitalista e do consumismo que lhes proporciona o estilo de vida e assim continuamos alegremente de cabeça enterrada na areia para o problema das alterações climatéricas enquanto vemos na televisão as crianças a usarem o vidrão e assim nos confortamos com a ideia que estamos a fazer algo para salvar o planeta.

Quinta-feira, Julho 02, 2009

Gripe A H1N1 de uma perspectiva Homeopatica

Existem três tipos de vírus causadores de gripe: o A, o B e o C. Estes vírus comumente denominados por Influenza, são nomeados pelas letras H e N – nomenclatura que advém de duas das suas proteínas, ou seja, a hemaglutimina e a neuraminidase, que estabelecem contacto com as células.

A Gripe Suína, que também tem sido apelidada de Gripe Mexicana ou Nova Gripe e, agora por Gripe A (H1N1), é uma patologia infecto-contagiosa provocada por uma variante do vírus influenza A, H1N1, que susceptibiliza os pulmões a infecções tais como a pneumonia.
Dos diversos tipos de H e N, apenas alguns surgem no homem, v.g., o H1, H2, H3, e N1 e N2 – atente-se que os restantes de uma panóplia de 16 de H e 9 de N, são em regra, encontrados nos patos, que podem ser classificados como o “ reservatório natural do influenza A”.

É certo, que o vírus do tipo A se constitui como o que mais afecta o ser humano. Estando constantemente a sofrer mutações, tal facto implica o seu não reconhecimento pelo sistema imunitário.
O vírus H1N1 aqui em apreço deriva de duas “cepas” suínas – a europeia e a asiática -, parecendo conter além daquelas, o ADN típico de vírus dos tipos aviários e humanos.

O vírus da gripe suína não escolhe em especial crianças, idosos e indivíduos com um sistema imunológico deficitário para desferir os seus ataques. Aloja-se nas células de jovens, que têm em regra um sistema imunitário eficiente. E será porventura esta, a sua maior semelhança com a Gripe Espanhola de 1918, que também afectou um sem número de jovens.
O vírus da gripe espanhola terá derivado directamente para o homem, dos patos, sem a influência mutacional do vírus humano. Mas, apesar de ser um H1N1, tem variantes bem marcantes relativamente à Gripe dos Suínos ou Gripe A – a gripe espanhola de 18 é uma estirpe da gripe aviária, que ficou conhecida como pneumónica e terá feito bem mais de 50 milhões de mortos.

Se o H5N1 – vírus da Gripe Aviária – não é em regra transmitido entre humanos, já o mesmo não ocorre com o da Gripe Suína, cuja transmissão pode derivar do contacto com animais portadores ou entre seres humanos.

Nunca será de mais realçar, que a Gripe Suína tem como consequência um enfraquecimento do aparelho respiratório, ou melhor, dos próprios pulmões, conduzindo a pneumonias que em casos pontuais podem ser letais.
No entanto, se a prevenção urge, o alarmismo excessivo apenas conduzirá a um agravamento da pandemia, porquanto, no nosso entender, tanto o medo excessivo quanto o pânico irracional são dois dos maiores inimigos do homem no inevitável combate que tem de travar continuamente com as múltiplas agressões a que se encontra naturalmente sujeito.
E, em bom rigor, temos conhecimento de que não é este o primeiro surto de gripe suína. No ano de 1976, em Fort Dix, nos Estados Unidos da América, cerca de 500 soldados foram infectados, comprovando-se radiologicamente pneumonia em quatro deles. Apenas um dos soldados terá falecido...
Perguntamo-nos neste momento qual o estado de alerta mundial? No dia 27 de Abril, a OMS fixou o nível de alerta pandémico no grau 4 – considerando a transmissão entre o ser humano e a elevada possibilidade de surtos localizados, para além de se poder prever uma disseminação incontrolável e uma evolução imprevisível da doença.
Hoje, dia 30 de Abril, o grau de alerta é o 5. E amanhã?
Se a linhagem do vírus da Gripe Suína é resistente a vários fármacos, parece ser susceptível ao “Tamiflu” – e quem terá acesso a este “Tamiflu”? Por outro lado, a vacina utilizada no tratamento da “gripe vulgar”, poucos efeitos produzirá contra este tipo de vírus – de momento não dispomos de nenhuma vacina para este tipo de gripe, nem sabemos quando a mesma estará disponível.



SINTOMAS

Os sintomas são similares aos da gripe vulgar:

- Febre – aparecimento repentino na maior parte dos casos;
- Fadiga;
- Estado mais ou menos depressivo;
- Dores no corpo – dores intensas nos músculos e nas articulações;
- Tosse;
- Dor de cabeça;
- Fluxo nasal;
- Irritação ocular; e por vezes
- Diarreia e vómitos.

A sua CONTAMINAÇÃO, também é idêntica à da gripe vulgar.



PREVENÇÃO GERAL

Neste contexto, a população deve privilegiar a prevenção, agindo com toda a diligência necessária. No entanto, não se deve deixar arrastar por alarmismos pouco escrupulosos, geradores de pânico irreflectido.

Como normas gerais de prevenção destaco, nomeadamente:

- Lave bem as mãos, com a frequência necessária, muito especialmente depois de ter cumprimentado outra pessoa ou caso tenha tocado em objectos que possam estar contaminados;
- Se espirrar proteja os outros usando a mão, que deverá lavar logo após ou com um lenço de papel que deverá inutilizar. Proteja-se dos espirros de outrem;
- Evite locais fechados, pouco arejados e muito frequentados. Tenha especial atenção a todos os que possuam ar condicionado – os vírus têm um período de vida mais longo, se em local seco e frio;
- Não tenha medo, melhor, evite o medo patológico, entrando em estado de pânico – o que apenas propiciará a progressão da epidemia;
- Não receie comer carne de porco – ou seus derivados – desde que cozinhada à temperatura de 70º Celsius - esta temperatura aniquila o vírus.



PREVENÇÃO HOMEOPÁTICA

A prevenção e a confiança, são os dois factores mais relevantes para o extermínio de uma pandemia cujos efeitos podem não ser tão devastadores como se preconiza.
Neste particular, a Homeopatia, tem ou poderá ter um inestimável papel, caso as instituições e seus dirigentes, mais do que tolerância apresentem a necessária abertura de espírito.


Assim, durante o período epidémico, cada indivíduo deverá tomar semanalmente, de uma só vez, 15 grânulos ministrados sublingualmente – deixando que se dissolvam lenta e naturalmente na boca – cerca de ¼ de hora antes ou ½ hora depois das refeições, do seguinte medicamento homeopático:
ANAS BARBARIE 200 K - diluição korsakoviana.
TRATAMENTO HOMEOPÁTICO
Declarada que esteja a gripe, “vulgar” ou não, tomar 5 grânulos do mesmo medicamento de 4 em 4 horas, durante três dias, sem omitir o tratamento imposto pelo médico de família ou assistente – médico alopata.
As tomas devem começar a ser espaçadas em função das melhorias.
O medicamento ANAS BARBARIE 200K, em grânulos, pode ser adquirido em Portugal na Farmácia Melo, Amadora – directamente ou por intermédio de outras farmácias ou parafarmácias (tel. 21 4932756).
O tubo contém cerca de 80 grânulos e tem um custo de 3 euros e 15 cêntimos – a homeopatia é, contrariamente ao que se pretende incutir nos pacientes, uma medicina de baixo custo desde que conscientemente exercida.
É um medicamento homeopático – sem contra-indicações significativas, podendo inclusivamente ser ministrado conjuntamente com a medicação alopática – com uma patogenesia clínica estabelecida por Chavannon, Bon Hoa e Julian, e que tem sido eficaz no combate às mais violentas cepas de gripe.

Domingo, Maio 03, 2009

Holmes Place e a Higiene ou que se lixem os clientes !!!!

Recentemente tive que escrever uma carta de reclamação ao Holmes Place de Miraflores (que em seguida eu transcrevo), e pergunto-me constantemente o porquê do Holmes Place, um conceituado grupo de Clubes não se preocuparem com uma elementar questão que é a higiene das toalhas entregues ao sócios....

A referida carta.....


"Exmos. Senhores,

Venho por este meio, como cliente do Holmes Place Miraflores, fazer-lhe um pedido bem como apresentar algumas questões e reclamações.

Venho pedir para que me seja enviada mensalmente para a minha residência factura/recibo com os serviços descriminados, prestados pelo Holmes Place após boa cobrança, inclusive desde Janeiro 2009, de acordo com o Decreto-Lei nº 102/2008 de 20-06-2008, Artigo 36.º - Prazo de emissão, formalidades das facturas e documentos equivalentes.

No que respeita às condições do clube penso que várias situações devem ser mencionadas tais como:

Desde algum tempo a esta parte existem chuveiros avariados nos balneários femininos quando na chamada “hora de ponta” chegamos a fazer fila para conseguir tomar banho.
Há uma casa de banho que não fecha e por diversas vezes me aconteceu abrir a porta e estar uma pessoa, quando não tenho alternativa e vou a essa mesma casa de banho tenho que ter em atenção o facto de segurar a porta com a mão o que representa uma completa falta de privacidade.
Para além desta há uma casa de banho que está permanentemente entupida, resumindo para tantas mulheres só UMA casa de banho funciona como deve de ser.
Para além disso há secadores que não estão em bom estado ou se se estragam ficam os buracos à espera de novos.

Inicialmente quando fui para o clube ainda via alguém a limpar os balneários, neste momento não!

Quando fui para o ginásio em 2007 as condições eram muito melhores, supostamente em vez de piorar deveriam ter melhorado.

Acerca deste assunto apresentei a situação ao balcão do clube à dois meses atrás tendo na altura sido referido que o funcionário estava momentaneamente ocupado mas que iriam ver a situação, passado algum tempo a situação é exactamente a mesma.

Penso que o desnorte do HP Miraflores é tão grande na sua ansia de obter novos associados que periodicamente telefonam para me convencerem a ser sócia do Holmes Place, quando afinal eu já sou sócia desde 30/04/2007!!!

Não entendo o porquê do HP ser um dos poucos clubes em que as toalhas não se encontram seladas quando nos são entregues parecendo uma completa falta de higiéne os funcionários ao balcão receberem cartões, dinheiro, papeis e sei lá que mais e a seguir vir entregar-nos toalhas que iremos usar para a nossa higiéne pessoal.

Já estive em outros ginásios e as toalhas eram entregues seladas, como por exemplo o SOLPLAY, CLUB-L e outros!

Fazem obras e sinceramente ainda não vi melhoras nenhumas, muitos dos aparelhos quando não funcionam estamos bastante tempo à espera que seja reparado, etc etc...

É comum os PT ocuparem máquinas, que já são poucas para o volume de sócios do clube, e estarem a conversar com o associado, quando supostamente deveriam ter o cuidado de não o fazer, assim como “reservarem” máquinas com a toalha para que essa mesma máquina fique disponível para quem eles estão a dar a aula particular.
Faz parte da organização do Holmes Place sensibilizar as pessoas com quem trabalham para determinadas regras de civismo.

Às segundas-feiras já me aconteceu não conseguir sequer uma máquina de cardio, das várias disponíveis no ginásio, sou uma sócia assídua e em vez de um prazer começa a ser um esforço utilizar o referido ginásio, o que denota falta de espaço.

Gostaria de poder frequentar o Holmes Place de Miraflores, mas neste momento, devido a todas as questões apresentadas acima, vejo-me obrigada a recorrer do ginásio de Algés, para onde já solicitei a migração do meu processo e consequentemente o estacionamento, desde 20/04/2008 e informaram-me na altura que dentro de 2 dias a situação estaria regularizada, no entanto, no dia 25/04/2009 perguntei no Holmes Place de Algés se já tinha a dita autorização e informaram-me que a mesma nem tinha sido pedida.

Será que o “iremos pedir a Algés o seu lugar de estacionamento” não passou de mais uma manobra para calar o associado sem fazer nada ?"



Porque será sempre necessário ter que se escrever, fazer participações e quem não me diz.... ter que ir mais além.... assim como escrever à DECO?

Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009

Teorias do envelhecimento

“Teoria do Wear and tear”

· Uma das teorias, durante muito tempo aceite, e até recentemente a mais divulgada e estudada, é a teoria de “Wear and Tear”. Ela é a percursora do conceito de “falhas na reparação” e persiste até hoje pois é reforçada pelas nossas observações de todos os dias.

“Teoria do dano oxidativo”

· Excepto aqueles organismos que estão especialmente adaptados para viver em condições anaeróbias, todos os animais e plantas requerem oxigénio para eficaz produção de energia. Cerca de 95% de energia metabólica é produzida nas mitocôndrias. Se essa reacção é bloqueada perdemos consciência e morremos muito rapidamente.

Teoria do “Wear and Tear”

Todos os organismos estão constantemente a ser expostos a infecções, feridas ou doenças que causam danos menores nas células e tecidos, que nunca chegam a ser reparados completamente. Por exemplo, um membro quebrado, pode sarar, mas nunca volta a ser tão forte como inicialmente. À medida que um organismo vive e envelhece vai acumulando mais e mais destes danos menores. Esta erosão progressiva pode contribuir para uma diminuição da eficiência funcional de todo o sistema.

Em 1891, August Weisemann acreditava que este desgaste gradual das células somáticas era a causa mais marcante do envelhecimento.

Hoje em dia podemos apresentar pelo menos três argumentos lógicos para contrariar esta teoria. Animais criados num ambiente que os proteja de todas estas contrariedades, não só não deixam de envelhecer, como não apresentam nenhum aumento da sua longevidade. Por outro lado muitos destes danos menores não são causa per si do envelhecimento, por exemplo, partir uma perna não provoca um súbito envelhecimento, embora possa ter as suas consequências, não são um mecanismo causal. Por fim, avanços no nosso conhecimento da célula e na biologia molecular criaram a necessidade de explicar o conhecimento celular e orgânico em termos mais precisos e microscópicos.

À medida que mudamos de níveis de organização mais anatómicos para um nível mais celular ou molecular, vamos descartando esta teoria embora no entanto alguns dos princípios por detrás dela continuem a constituir a base para a maioria das teorias estocáticas intracelulares.

“Teoria do dano oxidativo”

Sabe-se há já muito tempo que grandes concentrações de oxigénio se tornam tóxicas para plantas e animais. O oxigénio é tido como factor de aumento dos efeitos do dano da radiação ionizante, nas células vivas. É preciso três vezes menos radiação para matar uma célula numa atmosfera de oxigénio, em comparação com uma atmosfera de nitrogénio. Os efeitos do dano do oxigénio afectam quase todos os tecidos que constituem um organismo, embora o dano em si dependa da espécie, do tecido estudado, das condições fisiológicas, da idade e da dieta do organismo.

Ironicamente, a molécula da qual dependemos para a nossa vida também contribui para a nossa morte.

Das várias explicações apresentadas para explicar a toxicidade do oxigénio a mais divulgada e largamente aceite descreve os efeitos do oxigénio a nível de dano celular como causado por radicais livres. Estas moléculas são induzidas a formar na presença de oxigénio e estão implicadas em mais de sessenta disfunções, tal como doenças cardíacas, cancro e cataratas. Também parecem ser um dos principais factores responsáveis por mudanças corporais características da idade e da senescência.

Um radical livre é definido como sendo uma espécie química que possui um número ímpar de electrões, sendo por isso muito reactiva, pois são termodinamicamente instáveis e procuram ligar-se a outras moléculas para desemparelhar o seu electrão livre. Estes radicais podem ser produzidos por exposição a agentes tóxicos, e por processos enzimáticos que os produzam e libertem.

O problema com os radicais livres é que eles se propagam indefinidamente, alterando a nível molecular, as estruturas da célula. Este ciclo contínuo de propagação e dano celular é parado quando dois radicais se encontram ou quando matéria anti-oxidante anula o radical.

A maior parte do metabolismo oxidativo processa-se na mitocôndria. Este organito está estruturalmente isolado do resto da célula, e compreende dentro de si uma grande concentração de agentes anti-oxidantes, embora o citoplasma contenha, em menor concentração, outro tipo de agentes anti-oxidantes.

A teoria do dano oxidativo postula que a maior parte das mudanças fisiológicas relacionadas com a idade podem ser atribuídas a dano intracelular causado por radicais livres, sendo o dano ao DNA o exemplo mais importante.

Além disso foi comprovado que o controlo de dano oxidativo e o desenvolvimento das defesas anti-oxidantes em Drosophila e C. elegans, está directamente relacionado com a esperança de vida.

Quinta-feira, Novembro 06, 2008

Carta de amor

Maria Francisca,

É com enorme saudade que te escrevo esta missiva sentindo o meu coração apertado por estar longe de ti.
Muito embora as coisas mundanas passem por mim sem as sentir, porque o meu pensamento apenas está ocupado pela tua pessoa, sinto que tenho de tratar de algumas das coisas pendentes que deixastes em aberto relacionado com o apartamento, mas mesmo nessas o meu pensamento está sempre em ti e os meus olhos ficam marejados com a saudade que sinto da tua pessoa.
O senhorio queixou-se de que a bacia da casa vazava para o andar de baixo e logo me veio ao pensamento aquele dia em que estavas tu a lavar os dentes quando eu passava pelo corredor, e nessa manhã a tua visão deixou-me louco, ver a tua silhueta marcada por aquela camisa de dormir esvoaçante, os teus dentes brancos da pasta de dentes e a sensualidade da escova de dentes entre os teus lábios.
Lembras-te Maria Francisca de me ter encostado a ti e tu aninhares as tuas costas contra o meu peito enquanto eu te sussurrava ao ouvido o quanto te amava.
A pressão das tuas costas a aumentar contra o meu peito e no desalinho que foi quando escorrei no sabonete que estava no chão e te fiz bater com os queixos na borda da bacia fazendo-a sair da sua posição original enquanto ambos sentados no chão nos riamos de forma perfeitamente idiota sem saber se era da dor ou do amor.
Minha flor, agora tenho de ir comprar comida para o gato porque o desgraçado também está apaixonado pela gata da vizinha.
Um beijo grande e aguardo pela tua volta no próximo barco da Trafaria, espero que não te esqueças de passar pelo “McDonalds” e comprar o jantar.

Deste que te ama muito,
António Jacinto